PEDRO ASBEG

Pedro Asbeg nasceu em Londres e morou dos 2 aos 18 anos no Rio de Janeiro.

De lá, foi morar em Londres, onde se formou em cinema pela University of Westminster em 1999 e passou a ter a culinária
como um hobby. 

Em 1997, fundou a Raça Filmes, em sociedade com Felipe Nepomuceno. Ao longo de 10 anos, dirigiu, produziu e
editou mais de 30 documentários de curta-metragem, além de outros trabalhos para cinema, televisão e teatro. Entre os principais trabalhos deste período estão "Unido Vencerás",
"Dogão Calabresa" e "O deus da raça".

Em 2007 começou a trabalhar como montador e diretor freelancer. Foi nesse ano também que a Pura Culinária,
bufê de gastronomia contemporânea do qual foi sócio,
iniciou suas atividades.

Em 2010, começou a rodar Democracia em preto e branco, documentário que trata da primeira metade da década de 80, rico período que viu o nascimento do rock brasileiro, do movimento das "diretas já" e  da democracia corinthiana.

Em 2011 montou os documentários de longa-metragem "Vou rifar meu coração", de Ana Rieper e "Carta para o futuro", de Renato Martins. O primeiro estreou no festival de Brasília e o segundo no Festival do Rio.

No mesmo ano, "Mentiras Sinceras", seu primeiro longa-metragem como diretor, estreou no mostra competitiva do Festival do Rio, na Première Brasil.

Em 2014, Democracia em preto e branco estreou no festival de documentários É Tudo Verdade e recebeu do júri a Menção Honrosa. Desde então, já participou de mais de uma dezena de festivais no Brasil e no exterior.

Atualmente, finaliza "Geraldinos", filme que registra os 10
últimos jogos disputados no Maracanã antes da extinção da mitológica Geral.